Procura Aí

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Não sou Eu!

Achei esse Blog http://www.blogger.com/profile/02125526239844372848

Só pra constar... não sou eu, é outro Dudu Falcão : )

Nova postagem a caminho, prometo não ficar tanto tempo distante do Blog : )

5 comentários:

Ana Carolina, disse...

Olha, eu estudo Direito, então estou por dentro dessas atualizações, sei o que é o Ecad e acho que o trabalho que ele realiza é razoável.
Agora, sinceramente, eu não pagaria para baixar músicas da internet. Querendo ou não, haveria toda uma burocracia, colocar dados de cartão de crédito - o que por si só já é um risco - tomar cuidado, pensar duas vezes se aquela música é realmente boa para valer o preço. Enfim, não é tão cômodo quanto baixar de graça, já que não tem burocracia, você pode se arrepender, mandar tudo pra lixeira e sem peso na consciência por ter gasto algo com isso.
No entanto, existe outro lado. Não acho que isso é tudo dinheiro roubado do artista. Eu, por exemplo, costumo obter as músicas pela internet, muitas vezes antes mesmo da comercialização do CD, ou então quando ele nem tem aqui na minha cidade, enfim. O que acontece é que, mesmo eu tendo ouvido mil vezes um disco, ainda quero saber o que tem no encarte, os compositores, a arte, a sensação de ter aquilo do que eu gosto materializado. Claro, nem todos são como eu, mas muita gente é. E isso compensa os que não são.
Na verdade, considero o download de músicas como uma forma de propagar o trabalho do artista, de fazer com que as pessoas conheçam de uma forma cômoda e livre. O que vem depois varia, mas eu acho que os que compram o disco original compensam os que não.
Ou seja, se não fosse pelos downloads ilegais, com certeza os artistas venderiam muito menos discos, principalmente os "novos" como você (digo novos porque muita gente não se liga em quem é o compositor das músicas que eles tanto amam). Na verdade, eu queria muito conhecer o seu trabalho, baixei o disco e já ouvi milhares de vezes. Ainda não comprei, mas é só porque aqui ainda não chegou (e pela internet, o frete é absurdo). Mas mesmo que eu tenha ouvido centenas de milhares de vezes, assim que eu encontrá-lo em alguma loja, certamente comprarei. Pelo encarte, pela arte, pela sensação.

Desculpe pelo longo post, mas quando se trata desse assunto, eu acho importante opinar =)

Beijos,
sua fã.

Ana Carolina, disse...

Olha, eu estudo Direito, então estou por dentro dessas atualizações, sei o que é o Ecad e acho que o trabalho que ele realiza é razoável.
Agora, sinceramente, eu não pagaria para baixar músicas da internet. Querendo ou não, haveria toda uma burocracia, colocar dados de cartão de crédito - o que por si só já é um risco - tomar cuidado, pensar duas vezes se aquela música é realmente boa para valer o preço. Enfim, não é tão cômodo quanto baixar de graça, já que não tem burocracia, você pode se arrepender, mandar tudo pra lixeira e sem peso na consciência por ter gasto algo com isso.
No entanto, existe outro lado. Não acho que isso é tudo dinheiro roubado do artista. Eu, por exemplo, costumo obter as músicas pela internet, muitas vezes antes mesmo da comercialização do CD, ou então quando ele nem tem aqui na minha cidade, enfim. O que acontece é que, mesmo eu tendo ouvido mil vezes um disco, ainda quero saber o que tem no encarte, os compositores, a arte, a sensação de ter aquilo do que eu gosto materializado. Claro, nem todos são como eu, mas muita gente é. E isso compensa os que não são.
Na verdade, considero o download de músicas como uma forma de propagar o trabalho do artista, de fazer com que as pessoas conheçam de uma forma cômoda e livre. O que vem depois varia, mas eu acho que os que compram o disco original compensam os que não.
Ou seja, se não fosse pelos downloads ilegais, com certeza os artistas venderiam muito menos discos, principalmente os "novos" como você (digo novos porque muita gente não se liga em quem é o compositor das músicas que eles tanto amam). Na verdade, eu queria muito conhecer o seu trabalho, baixei o disco e já ouvi milhares de vezes. Ainda não comprei, mas é só porque aqui ainda não chegou (e pela internet, o frete é absurdo). Mas mesmo que eu tenha ouvido centenas de milhares de vezes, assim que eu encontrá-lo em alguma loja, certamente comprarei. Pelo encarte, pela arte, pela sensação.

Desculpe pelo longo post, mas quando se trata desse assunto, eu acho importante opinar =)

Beijos,
sua fã.

Ana Carolina, disse...

Olha, eu estudo Direito, então estou por dentro dessas atualizações, sei o que é o Ecad e acho que o trabalho que ele realiza é razoável.
Agora, sinceramente, eu não pagaria para baixar músicas da internet. Querendo ou não, haveria toda uma burocracia, colocar dados de cartão de crédito - o que por si só já é um risco - tomar cuidado, pensar duas vezes se aquela música é realmente boa para valer o preço. Enfim, não é tão cômodo quanto baixar de graça, já que não tem burocracia, você pode se arrepender, mandar tudo pra lixeira e sem peso na consciência por ter gasto algo com isso.
No entanto, existe outro lado. Não acho que isso é tudo dinheiro roubado do artista. Eu, por exemplo, costumo obter as músicas pela internet, muitas vezes antes mesmo da comercialização do CD, ou então quando ele nem tem aqui na minha cidade, enfim. O que acontece é que, mesmo eu tendo ouvido mil vezes um disco, ainda quero saber o que tem no encarte, os compositores, a arte, a sensação de ter aquilo do que eu gosto materializado. Claro, nem todos são como eu, mas muita gente é. E isso compensa os que não são.

(continua)

Ana Carolina, disse...

(continuação)

Na verdade, considero o download de músicas como uma forma de propagar o trabalho do artista, de fazer com que as pessoas conheçam de uma forma cômoda e livre. O que vem depois varia, mas eu acho que os que compram o disco original compensam os que não.
Ou seja, se não fosse pelos downloads ilegais, com certeza os artistas venderiam muito menos discos, principalmente os "novos" como você (digo novos porque muita gente não se liga em quem é o compositor das músicas que eles tanto amam). Na verdade, eu queria muito conhecer o seu trabalho, baixei o disco e já ouvi milhares de vezes. Ainda não comprei, mas é só porque aqui ainda não chegou (e pela internet, o frete é absurdo). Mas mesmo que eu tenha ouvido centenas de milhares de vezes, assim que eu encontrá-lo em alguma loja, certamente comprarei. Pelo encarte, pela arte, pela sensação.

Desculpe pelo longo post, mas quando se trata desse assunto, eu acho importante opinar =)

Beijos,
sua fã.

Carla Delgado disse...

1) Eu pagaria pra fazer download de uma musica se (1) o procedimento fosse inteiramente legal e (2) achasse q o valor a ser pago fosse proporcional à minha vontade de ter a musica. Sou pragmatica nesse sentido, no ato da compra o que vale e' valor x interesse. Diferente de quando faco uma doacao ou participo de uma campanha altruista qualquer, nao associo o ato da compra com o beneficio que ela pode gerar a quem recebe o dinheiro. Mas considero justa a causa por tras da sua pergunta.

2) Nao sabia.

3) Sei o que e', e tenho uma ideia de como deveria funcionar. Nao sei detalhes, mas sei que ha' muitas queixas por parte de artistas e compositores, entao imagino que nao funcione a contento.

4) Sem duvida. Adoro comprar os CDs originais (por uma questao de principios eu nao compraria um CD pirata). Me sinto "obsoleta" por nao ter me adaptado completamente ao novo modelo dos "players" (i- ou nao). Ate' os uso, mas nao substituem meu prazer em olhar os CDs na minha pratileira, escolher um e colocar no aparelho de som. Gosto de playlists pra quando preciso de "musica de fundo", ou seja - no carro, no trabalho, na academia. Mas quando quero mesmo "ouvir musica" no pleno sentido da expressao, prefiro CD. Um CD bem feito tem uma proposta artistica q eu nao consigo reproduzir quando monto uma playlist, por mais que me esforce. Todo o credito e reconhecimento a quem merece. ;-)

Surpreso com as respostas? Quando o tempo e a inspiracao permitirem, faca por favor um post de suas impressoes sobre as respostas recebidas. Eu gostaria de ver a opiniao de quem "vive disso" confrontada com as dos pobres mortais que como eu vivem de atividades menos interessantes.